São Paulo, setembro de 2026 – A gestão estratégica do sortimento e da exposição dos produtos no ponto de venda pode ser determinante para o desempenho de uma categoria. Dados da NielsenIQ mostram que a Ypê registrou R$ 67,6 milhões em faturamento na categoria de amaciantes, valor cinco vezes superior aos R$ 13,3 milhões registrados por três marcas menores somadas, no período de julho de 2025 a julho de 2026.

O levantamento também aponta diferenças na dinâmica de vendas. Enquanto produtos Ypê apresentaram giro de 4,5 vezes, o grupo formado pelas três marcas menores registrou giro de 1 item. O preço de venda considerado na análise foi de R$ 16,29 para a Ypê, contra R$ 10,47 no grupo das demais marcas.

Os dados são da NielsenIQ e consideram redes de varejo dos formatos mini, super e hipermercados e atacarejos do interior de São Paulo, no período de julho de 2025 a julho de 2026.

O desempenho observado no varejo também dialoga com a força da marca entre os consumidores. No Brand Footprint Brasil 2026, realizado pela Worldpanel by Numerator, a Ypê foi apontada como a segunda marca mais escolhida pelos brasileiros no ranking geral, com presença em 96,3% dos lares. Levando em conta as diferentes categorias de produtos de limpeza em que a companhia também se enquadra, a marca Tixan aparece na 2ª colocação e Assolan na 4ª posição.

Para a Ypê, os resultados reforçam a importância de combinar um portfólio relevante, marcas reconhecidas, sortimento adequado e execução precisa no ponto de venda. “Os dados mostram que existe uma oportunidade importante de trabalhar a categoria de forma mais estratégica, considerando não apenas a presença dos produtos, mas o papel que cada item desempenha no ponto de venda. Nossa estratégia busca combinar sortimento adequado, disponibilidade em gôndola e execução para ampliar o giro dos produtos e o potencial de faturamento da categoria”, explica Pedro Flores, Diretor de Excelência, Inteligência Comercial e Trade Marketing da Ypê.

Inteligência comercial aplicada ao PDV

Uma gestão mais inteligente da categoria pode contribuir para diferentes indicadores do varejo, como redução de rupturas, aumento do número de itens por cesta, crescimento do ticket médio, maior conversão e melhor utilização do capital empregado.

“Mais do que ocupar espaço na gôndola, é preciso entender o papel de cada produto dentro da categoria e como o sortimento pode atender às diferentes necessidades do consumidor. Fazemos isso por meio dos nossos planejamentos conjuntos com os varejistas – com os chamados JBPs, Joint Businss Plan. Aproximamos nosso conhecimento sobre as categorias da realidade de cada cliente, definindo prioridades e ações capazes de gerar valor para toda a cadeia”, destaca Pedro.

Na Ypê, essa visão também se traduz em iniciativas voltadas à melhoria da execução comercial. A companhia vem implementando soluções de tecnologia, dados e logística para modernizar as relações com o varejo e otimizar a operação no ponto de venda.

Entre as iniciativas estão:

●      Produtividade de Campo - Involves Stage: o time de campo recebeu complementos de uma nova tecnologia de coleta de dados, que promoveu um ganho de 60% de produtividade no tempo de operação dos promotores de vendas no ponto de venda. Com isso, os profissionais podem concentrar esforços em atividades de maior valor agregado, como gestão de gôndola, exposição correta da categoria e prevenção de rupturas.

●      Nova Extranet e Automação: a implantação de um novo ambiente virtual unificado passou a centralizar as necessidades comerciais em um único portal, dando visibilidade para as vendas, visitas e metas, proporcionando mais agilidade e autonomia às equipes.

●      Projeto Optimus – Logística Integrada: a eficiência logística também começa no desenvolvimento das embalagens. O projeto redesenhou embalagens de itens de alto giro, como lã de aço, sabão em pó, água sanitária e detergente, buscando maximizar a ocupação dos pallets e gerar maior eficiência no transporte para o varejo.

Uma estratégia que conecta indústria, varejo e consumidor

Para a Ypê, a evolução da gestão de categorias representa uma oportunidade de aproximar ainda mais indústria e varejo a partir de decisões orientadas por dados. Ao combinar inteligência comercial, tecnologia e eficiência operacional, a companhia busca contribuir para uma experiência de compra mais adequada ao consumidor e para uma operação mais produtiva no ponto de venda.

“Quando conseguimos colocar o produto certo, no lugar e no momento certos, com uma relação de custo-benefício adequada, toda a cadeia ganha. O consumidor encontra com facilidade produtos de qualidade e a preços justos, o varejista melhora a produtividade da categoria e a indústria fortalece a relação com o ponto de venda”, conclui Pedro.

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